quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

30 PERGUNTAS – 30 RESPOSTAS (1/3)


O programa da SIC “Falar Global” levou a cabo uma iniciativa, colocando 30 perguntas a 30 “especialistas” escolhidos entre os candidatos ao “lugar”. Eis as perguntas e as minhas respostas com... “Ideias-Novas”. Tal tarefa não é fácil em virtude de as perguntas serem formuladas tendo em conta o sistema económico-financeiro vigente actualmente a nível mundial, sendo esse o sistema criticado e proposto para alteração exactamente por “Ideias-Novas”. As respostas deverão ser complementadas pelo leitor, relendo os 14 mini-textos publicados, aqui, em Julho/Agosto de 2010, sob os títulos "Sustentabilidade 1/7" e "Modus operandi 1/7"

EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

1 - Que soluções devem ser adoptadas para evitar o flagelo do desemprego?

R – Já aqui escrevemos – aliás, repetindo as ideias principais que aparecem no meu livro UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES – que: primeiro, toda a gente que quer trabalhar tem direito a ter um emprego/trabalho onde se sinta, quanto possível, realizado; segundo: há várias medidas que se podem/devem tomar, mas que só serão realmente possíveis com uma nova ordem económico-financeira, onde a finança esteja ao serviço da economia e esta ao serviço dos cidadãos, dando a todos tal oportunidade de emprego. Também já vimos aqui que “nova ordem” é essa e como consegui-la. Nas actuais circunstâncias, com os objectivos das empresas a terem apenas lucros, pressionadas pela finança, não há hipótese de pleno emprego. E quanto maior a crise, maior o desemprego. Como se constata! Se o que propomos é uma utopia, por enquanto, o que é possível não é exequível: só o crescimento do PIB permite a criação de emprego e tudo leva a crer que o PIB dos países desenvolvidos não vá aumentar devido à concorrência asiática e ao mercado global. Resta-nos sonhar que a utopia se torne realidade, forçada pelas circunstâncias. Até lá, vai haver muito sofrimento das sociedades, colectiva e individualmente.

2 - Que alternativas existem para evitar a falência anunciada da segurança social?

R – Várias, mas nenhuma eficiente por estar conectada com as contribuições dos empregados e empregadores que sustentam a SS. Ora, aumentando o desemprego... Depende, pois, das soluções para evitar o flagelo do desemprego (Ver questão nº 1). Na actualidade – e para Portugal que está endividado e nem sequer consegue criar riqueza para pagar os juros da dívida quanto mais amortizá-la!... – só há uma alternativa, já que não pode/deve endividar-se mais: baixar os subsídios de aposentação, na proporção do crescimento do desemprego. Obviamente, uma medida perversa! O baixar só as pensões mais elevadas e gradualmente, é uma medida socialmente aceitável e justa, mesmo que os atingidos tenham descontado mais para a SS, na sua vida activa. Mas... é mais um ataque à classe média, o que nada abona em relação ao sistema económico-financeiro vigente. O equilíbrio entre receitas e despesas parece, pois, impossível. Será que a previsível ruptura levará a uma solução radical, a tal utopia que se preconiza no livro UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES?

3 - Que novas formas de emprego existirão no futuro?

R – Ouvimos dizer aos professores universitários: “Temos de preparar os nossos alunos para empregos que nem sequer existem hoje”. Certamente, empregos ligados às novas tecnologias e inovações em todos os campos que não param de nos surpreender, dia a dia. A volatilidade do emprego, no futuro, será cada vez maior. A estabilidade quase nula. É, sem dúvida, uma ameaça para a sociedade, pois não haverá condições para constituir família e gerar filhos...

4 - A solidariedade e a entreajuda informal podem ser uma alternativa
aos sistemas de protecção social?

R – Já o são nestes tempos e irão continuar a sê-lo nos próximos anos. Interessante o exemplo que nos chega dos USA, com o movimento de jovens – ignoro o nome! – que organiza grupos de jovens que vão até países onde tudo falta, sobretudo África, e constroem escolas, redes de água potável, etc. Mas, globalmente, o cidadão não deveria estar sujeito a depender da solidariedade; ele deveria ter o seu próprio meio de subsistência, desde que capaz de a assegurar. Compete aos governos dos países criar condições para que tal aconteça. Os países deveriam ser geridos como uma empresa de fins não lucrativos. Com o actual sistema económico-financeiro totalmente desregulado, a nível global, onde a finança tem todo o poder, não é possível aos governos trabalharem nesse sentido, pois também eles estão subjugados ao sistema e dele são reféns.

5 - Que estratégias se podem conceber para incluir novos e velhos no
desenvolvimento do país?

R – Os velhos terão de colaborar, cada vez mais, nesse desenvolvimento. Até porque são eles que mais receitas consomem devido aos cuidados redobrados de que necessitam, a todos os níveis, particularmente da saúde. Estratégias? – Muitas: a) – ajudar, com o seu saber, os mais novos a terem sucesso (possível em muitas situações) e incentivando-os a procurarem soluções e não ficarem à espera que outros lhas apresentem; b) – não lhes roubar o lugar de emprego, reformando-se mais cedo; c) – lutar por uma nova ordem económico-financeira que permita o pleno emprego; d) – economizar o excedente, depois de satisfeitas as necessidades básicas (se houver excedente, claro!); e) – apresentar soluções aos políticos para permitir/acelerar esse desenvolvimento: no caso de Portugal, olhar o mar e os seus recursos, olhar a terra, olhar o Sol; f) – adaptar-se ao mundo real que muda constantemente e não ficar agarrado ao passado, lamentando-se; f) exercer actividades que não podem ser remuneradas, como as referentes à solidariedade social; g) criar movimentos artísticos, musicais e outros, que se apresentem para alegrarem uma sociedade que será cada vez mais triste, porque sem perspectivas de vida estável; etc.

6 - A flexibilização do emprego pode potenciar a motivação, a responsabilidade e a criatividade?

R – É provável que tal aconteça com alguns trabalhadores, sobretudo os que se enquadram nos campos da inovação e tecnológicos. Os jovens têm de estar preparados para tal cenário, que é o cenário para que aponta o futuro. Problema é que também pode potenciar o receio da perca de emprego, o que impedirá o jovem de construir uma vida familiar estável, com todas as consequências negativas que daí advêm para a sociedade. (Ver questão nº 3)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Austeridade e desenvolvimento



Todos – ou quase todos! – os economistas concordam que são antagónicos. Porquê? – Porque baixa o consumo interno e externo, consumo no qual está assente o desenvolvimento da economia. E é verdade: não se consumindo, as fábricas deixam de produzir, abrem falência, o desemprego aumenta, o que é uma sobrecarga para a Segurança Social, e há menos impostos tanto das empresas como dos trabalhadores para a sustentabilidade dessa mesma SS. É uma bola de neve... Ora, será que é preciso aumentar e fomentar o consumo, numa perspectiva global de sustentabilidade do Planeta e dos seus recursos, bem como da poluição que o consumo provoca, aumentando aquela com o aumento deste? – De certeza que não! Aliás, para que queremos nós dez camisas no roupeiro se cinco nos bastam perfeitamente? E dez casacos e dez pares de calças? O mesmo se passando na cozinha, com copos e pratos e talheres, o mesmo na sala, já abarrotada de bibelots, o mesmo no quarto com a caixa de jóias da senhora, ou a caixa de relógios dele, que já têm dificuldade em fechar à chave? E saindo, de casa, para quê mais casas e mais prédios se já há em cada cidade, milhares de casas desabitadas, tendo a classe média adquirido uma segunda, uma terceira casa que raramente usa e só lhe dá despesa e dores de cabeça e... trabalho?!

É tempo! É tempo de inventar uma nova Ordem económico-financeira, viável, tendo como base a sustentabilidade do Planeta, ao mesmo tempo que prima por justiça e equidade social, o que implica mudanças radicais em toda a orgânica que nos rege e que rege o mundo! Pois, porque conceber uma sociedade com milhões – biliões! – de pobres que vivem na miséria e morrem de fome, havendo uns quantos – umas dezenas de milhar! – que usufruem e malbaratam fortunas imensas, não permitindo aos primeiros que se cultivem e progridam, pelo contrário, explorando-os até à medula? E este é o mundo actual!

Mais uma vez se apela aos jovens! É deles o futuro do Planeta! São eles que, uma vez formados em boas Universidades, sobretudo de Economia, têm de tomar nas mãos este projecto e levá-lo a bom termo. Claro, a nível mundial.

São estas as ideias que vamos por aqui defendendo, tendo já explanado largamente o modus operandi para se atingirem tais objectivos. Vejam-se textos anteriores! Mas cremos que somos voz pregando no deserto, pois não há feedback algum, nem teve o sucesso desejado o livro-base de todas estas novas propostas, estas novas ideias: "Um Mundo Liderado por Mulheres" (Veja-se na Net).

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Livro-solução para a crise nacional e internacional

Já todos conhecem, mas é apenas para relembrar: são umas mãos femininas prontas e executar e a decidir sobre um mundo mais humano e mais justo, sem fomes nem guerras... Mulheres, obviamente, inteligentes, dinâmicas, sábias e honestas! Utopia? - Só até quando o Homem quiser!

domingo, 3 de junho de 2012

O grito do povo português

Embora, aqui, falemos mais de economia do que de política, eis que abrimos uma excepção para dar voz a este Movimento que começa: Haja quem crie o Manifesto urgente – O GRITO DO POVO (Facebook ou Petição Pública): Como já só os “amigos” e “interessados” se revêem nos partidos que temos e nos poderes instalados, vamos criar e apoiar um movimento imparável – com recolha do número legal de assinaturas – para: A – Obrigar a Assembleia a alterar a lei eleitoral antes das próximas eleições para que os votos em branco contem tanto como os votos expressos e não haja candidatos de partidos, mas todos independentes, por círculos uninominais, não mais do que 180 possíveis eleitos! Slogan: VOTE EM BRANCO ou VOTE NO CANDIDATO INDEPENDENTE DO SEU CÍRCULO QUE MEREÇA A SUA CONFIANÇA! Lembrem-se: "A arma do povo é o voto; quando dá o voto a alguém fica desarmado." Termos possíveis da Lei: «Os votos em branco terão o mesmo peso dos votos expressos e corresponderão, proporcionalmente aos expressos, a lugares vagos na Assembleia da República que serão atribuídos a candidatos independentes credíveis cujos currículos serão sujeitos a concurso público e apreciados por uma comissão independente dos partidos e do governo e de qualquer seita, comissão constituída pelo conjunto de reitores das Universidades Públicas, comissão em quem o povo confie, mas nunca de nomeação partidária.» B – Obrigar a Assembleia a aprovar uma lei em que se acabe COM NOMEAÇÕES DE CONFIANÇA POLÍTICA PARA QUALQUER CARGO PÚBLICO! Termos possíveis da Lei: «Todas as nomeações para qualquer cargo público serão feitas a partir de concurso público, sendo escolhidos pela COMPETÊNCIA, devendo tal avaliação ser feita pela mesma comissão que avaliou os candidatos à Assembleia para preencher lugares vazios expressos pelos votos em branco.» C – Obrigar a Assembleia a aprovar uma lei que acabe COM OS PRIVILÉGIOS DOS DEPUTADOS E DOS SERVIDORES DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, SENDO CONSIDERADOS, PARA TODOS OS EFEITOS, IGUAIS A FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS., tendo em consideração: 1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma senão a correspondente ao tempo de exercício do seu mandato. 2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos. Todos os deputados (passado, presente e futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da Segurança Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos. 3. O deputado deve: 3.1 pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira. 3.2. deixar de votar o seu próprio aumento salarial. 3.3. participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses. 3.4. estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses. 3.5. cumprir o seu mandato (não mais de 2 mandatos), e então ir para casa e procurar outro emprego, pois servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Termos possíveis da Lei: «Todos os servidores da Assembleia da República serão considerados e equiparados, em regalias e benesses, a qualquer funcionário público, aplicando-se-lhe as normas em vigor para o sector público, nomeadamente no que concerne a descontos para a Segurança Social e obtenção de reforma.» D – Obrigar a Assembleia a aprovar uma lei que acabe COM A IMUNIDADE DOS DEPUTADOS E IMPUNIDADE DOS QUE, ESTANDO NO PODER, QUER NACIONAL QUER LOCAL, QUER REGIONAL, FAZEM OU FIZERAM CONTRATOS RUINOSOS PARA O ESTADO, PRIVILEGIANDO GRUPOS ECONÓMICOS PRIVADOS. Termos possíveis da Lei: «Os que decidem da “coisa pública” terão sempre como primeiro interesse salvaguardar os interesses superiores do Estado. Quando se comprovar que tal não fizeram, serão julgados em tribunal e condenados a prisão efectiva. Caso tenham directa ou indirectamente sido beneficiados por tais ruinosos contractos, serão ainda obrigados a ressarcir o Estado, com juros nos termos da lei, dos montantes por esse meio obtidos para proveito próprio ou de familiares e amigos.» (PS: texto passível de alterações ou complementos)

sábado, 26 de maio de 2012

Que futuro para os nossos netos e bisnetos?

Esta a repetida pergunta nos vários programas dedicados à “crise”, a tal das dívidas soberanas, nos vários órgãos de comunicação social. A resposta é sempre de catástrofe, de desgraça, de a geração actual deixar como herança um país ingovernável, sempre ameaçado de bancarrota, com uma dívida gigantesca nunca mais pagável, porque sempre superior às receitas do PIB. E não há dúvida: assim será! Mesmo a poderosa Alemanha que agora tem superavit, muito em breve, quando os países emergentes se impuserem definitivamente ao mundo, invadindo-o com os seus produtos de igual qualidade e de muito mais baixo preço, soçobrará e pôr-se-á ela a mesma questão que já se coloca aos países endividados, como Portugal: “Que futuro para os nossos netos e bisnetos?” Importa, pois, constatar que não há solução com este sistema económico-financeiro que nos acorrenta a todos, a nível global, dominado pelos poderosos grupos, sistema propício a todo o tipo de corrupções, ganâncias, injustiças. Só resta uma alternativa aos povos, eu diria mesmo, à humanidade: mudar de sistema! É esse o intuito do documento apresentado no último texto deste blog: POR UM NOVO MUNDO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL. Quem quiser fazer algo de útil para mudar a situação catastrófica em que vivemos, sem perspectivas de futuro para ninguém, excepto, obviamente, para os “senhores do mundo”, divulgue o documento a todos os seus conhecidos, sobretudo a quem, podendo, tiver a coragem de mexer no status quo, alterando-o de acordo com as ideias nele expressas. Apela-se, por isso, novamente, à sua leitura.

sábado, 12 de maio de 2012

POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL

Na penúltima mensagem (texto do doc. em português, tendo a versão inglesa sido publicada na última mensagem e a francesa sê-lo-á, na próxima), faltou o texto de apresentação do mesmo doc. Para facilitar a quem o queira enviar para gentes lusófonas, ei-lo aqui, agora: Caro Senhor /Caríssima Senhora, Proponho-lhe a leitura de um documento que se pretende seja divulgado pelo mundo inteiro, na tentativa de chamar a atenção dos Homens para a mudança radical que é necessário implementar para que a humanidade seja sustentável. Concorda? – Se não, pode acrescentar ou modificar o texto. Importante é, não desvirtuando as ideias mestras, divulgá-lo pelas pessoas mais influentes do seu país, aliciando para o projecto, sobretudo, os economistas, e as Universidades de economia, com os seus alunos e professores. Se conhecer algum, envie-lhe, solicitando o reenvio para os seus conhecimentos. Será a sua contribuição para tornar melhor o mundo onde, um dia, teve o privilégio de vir à vida... Só mudando as mentalidades, a nível global, se poderão atingir os objectivos propostos, pondo, finalmente, a economia e a finança ao serviço da sociedade. Cordiais saudações! POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL (Doc. em anexo) Movimento a nível global: “POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL” I – Considerando que: O MUNDO LIDERADO POR HOMENS, inverteu os valores fundamentais que devem nortear as sociedades: 1.1 – O sistema financeiro, a economia e a política a servirem-se da sociedade e não ao serviço da sociedade. 1.2 – Culto da ganância, do dinheiro, da usura e da produtividade, originando a exploração da pessoa humana. 1.3 – A economia baseada no crescimento do PIB dos países, até ao infinito (impossível, claro!) e na exaustão dos recursos naturais. 1.4 – Interesses monetários, de rentabilidade e do lucro acima de quaisquer outros, sejam sociais, sejam ambientais. 1.5 – Religiões que acorrentam as mentalidades na ignorância, no medo e na injustiça, acentuando desigualdades de raças e de sexos. Conclusões: 1 - Utopia e falácia anunciada do sistema económico-financeiro: o PIB de um país não poderá crescer indefinidamente, a 3%/ano – dado considerado pelos economistas para que haja pleno emprego. 2 - Colapso à vista das actuais economias desenvolvidas com o acordar dos países emergentes. Quando esses países invadirem o mundo com os seus produtos, muito mais baratos e de igual qualidade que os alemães, os americanos, os japoneses, que farão estas economias? como reagirão os seus povos? qual a sustentabilidade em recursos e ambiental? Resultado: agravamento das crises, do desemprego, da fome, das guerras, levando a mais mortes, a mais atentados irreversíveis ao ambiente, tornando a vida na Terra insustentável. II – Ora, não se prevendo que os homens sejam capazes de alterar esta situação que leva inevitavelmente à ruína da Humanidade, e apesar das FORÇAS DE BLOQUEIO A NÍVEL GLOBAL: 1 – Os grupos económicos e financeiros que detêm o poder e não o querem perder, conluiados com o poder judicial e político: só a exploração do outro lhes assegura tal manutenção; 2 – As religiões que ainda comandam o mundo, com fundamentalistas promovendo o terrorismo e não a paz; 3 – Os governos despóticos, política ou religiosamente, em muitos países; 4 - As democracias que, em vários países, não passam de uma farsa do poder do povo, pois os governantes subordinam-se totalmente aos interesses económico-financeiros e judiciais instalados; 5 – A realidade da Natureza humana que é ou tem preferencialmente tendência para a ganância, o egoísmo, a inveja, a intolerância, a corrupção, o compadrio; 6 A difícil globalização necessária para implementar medidas revolucionárias, devido à iliteracia da maior parte da população da Terra..., Propõe-se: UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES (um mundo novo, o possível paraíso na Terra para todos os humanos), nos seguintes termos: 1 – Mulheres a liderar a nível global: “Uma andorinha não faz a Primavera...” 2 – Mulheres INTELIGENTES, SÁBIAS (COM EXPERIÊNCIA DE VIDA), DINÂMICAS, HONESTAS Slogan: Pensar como o cérebro dos homens, agir com o coração de mulher 3 – Aperfeiçoamento e optimização das estruturas dos três poderes clássicos: legislativo (leis redigidas em termos entendíveis pelo comum dos cidadãos), executivo (com medidas severas para os não cumpridores e os corruptos) e judicial (actuando célere na condenação exemplar dos criminosos, só com a possibilidade de um recurso, excepto em casos de condenação à pena máxima). 4 - Medidas urgentes: a) – Controle da população mundial: não mais natalidade enquanto não houver sustento assegurado e de modo sustentável para as crianças (25.000 mortes por dia!). 7 mil milhões, já somos demais! Espécie infestante, troglodita de tudo o que é comestível! Logo, educação sexual e distribuição de preservativos a nível global. b) - Alteração radical dos sistemas económico-financeiro e político: pôr a finança, a economia e a política ao serviço da sociedade, das famílias, das pessoas. c) - Acabar com a Bolsa de Valores, ou alterar radicalmente a sua filosofia actual de obtenção de mais-valias, acabar com os bancos privados e seus fundos especulativos, as agências de rating, offshores, etc. – tudo o que funciona com a usura: dinheiro gerando dinheiro e não benefício directo para o equilíbrio das sociedades, nomeadamente a criação de emprego para todos. Tudo substituído por um Sistema financeiro, assente em bancos centrais nacionais, não visando o lucro. d) - Economia baseada na sustentabilidade de recursos e ambiental, com as empresas a terem uma função social de emprego e não apenas assentes na triangulação: produção, venda, lucro, promovendo, assim e em cada país, o pleno emprego, sendo a emigração controlada e negociada a nível global. e) - Pensar uma sociedade que permita agregar e não desagregar as famílias: horários de trabalho flexíveis, etc. f) - Acabar ou reduzir drasticamente a indústria das armas: autores, construtores, utilizadores, reduzindo automaticamente os exércitos dos países: os conflitos resolvem-se pelo diálogo, nunca pela guerra (dizer o contrário é pura demagogia!), pela solidariedade entre os povos, pela educação, pelo apelo à fraternidade universal. g) - Criar um sistema de Justiça com códigos civil e penal de regras simples entendíveis pelo comum dos cidadãos, e que realmente funcione, com advogados de defesa e de acusação preocupados em fazer apenas justiça. Castigos severos para os prevaricadores e indiciados de corrupção. h) - Democracia real, mas musculada: as liberdades forçosamente serão condicionadas. (Numa sociedade não pode haver LIBERDADE TOTAL!) Uma democracia com novos paradigmas de alternância automática de poder, em que a oposição fosse sempre construtiva, sendo eleitos os melhores de cada país, com o sentido de servir e não de servir-se. i) - Uma nova economia, com um capitalismo fortemente controlado, não permitindo acumulações escandalosas de riqueza (Plafond estabelecido a nível global: o excedente seria colocado obrigatoriamente ao serviço da comunidade e das empresas empregadoras e produtivas do país! Para controle, total acesso às contas bancárias por parte do poder judicial). j) - Uma nova ordem social, com o objectivo de: em cada país, uma sociedade justa e fraterna, sem desigualdades gritantes, recebendo cada um conforme as suas capacidades de desempenho, havendo contínua avaliação desse desempenho; no mundo, a fraternidade universal... k) – Proposta de uma nova religião não fundamentalista – obviamente com total liberdade de adesão! – mas possível de ser aceite por crentes e não crentes, porque baseada na Ciência e no Conhecimento, sendo todos os governos laicos. III – Modus operandi para o sucesso deste Movimento: 1 – A estratégia do polvo: braços tentaculares em todos os países do mundo, caminhando dos mais letrados e evoluídos para todos os outros. 2 – Aposta nas Universidades de Economia, que elaborarão planos detalhados de transição dos actuais modelos económico-financeiros para os supra propostos. Ficarão na História aquelas Universidades que melhores soluções propuserem para se atingirem tais objectivos. UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES: Utopia? – Até quando o Homem quiser! (Baseado no livro “Um Mundo Liderado por Mulheres”, Esfera do Caos Ed., Francisco Domingues – fr.dom@netcabo.pt – Ver Net.)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Versão em inglês do Doc. "POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL", com a apresentação para quem o quiser enviar a estrangeiros que não falem português. «Dear Sir/Madam I suggest that you read this document, which is intended to be released all over the world, in an attempt to draw the attention of men to the radical changes that are necessary to be implemented, to make humanity be sustainable. Do you agree? - If not, you can add information or change the text, (bearing in mind that it is of utmost importance that you do not distort the master ideas defended on it), and spread it among the most influenced people in your country, calling their attention to the project, especially economists, and the Universities of economics, with its students and teachers. If you know some, send them this text, asking them to also distribute it to their most influenced relations. That will be your contribution to make the world become a better one, world where, one day, you had the privilege of coming to life... Only by changing attitudes and mentalities, overall, it can achieve these objectives, putting finally, economics and finance at the service of society. Cordial greetings! FOR A BETTER WORLD, A SUSTAINABLE HUMANITY! (Document attached) Movement at a global level: "FOR A NEW WORLD, FOR A SUSTAINABLE HUMANITY" I - Considering that: The WORLD led by men, reversed the fundamental values that should guide society: 1.1 - The financial system, the economy and politics using society and not being at the service of society. 1.2 – The greeding cult, cult of money, of usury and of productivity, resulting into exploitation of the human being. 1.3 - The economy based on the growth of the countries GDP, up to the infinite (impossible, of course!) and exhaustion of natural resources. 1.4 – Monetary interests, of profitability and other kinds of earnings above any others, either social, or environmental. 1.5 – Religions that chain the minds to ignorance, fear and injustice, increasing races and genre differences. Conclusions: 1 - Announced utopia and fallacy of the economic and financial systems: the GDP of a country cannot grow indefinitely, to 3%/year - a figure regarded by economists to grant full employment. 2 - Expected collapse of the currently rich economies, with the awakening of emerging countries. When these countries invade the world with their products - much cheaper and of equal quality of those of the Germans, Americans, and Japanese - what will these economies do? How will their people react? Which will be the sustainability in resources and environment? Result: worsening of recession, unemployment, hunger, wars, leading to more deaths, more irreversible attacks to the environment, making life on Earth unsustainable. II – Therefore, not expecting that men will be able to change this situation that inevitably leads to the ruin of Mankind, and despite of the BLOCKADE of the GLOBAL FORCES: 1 – The economic and financial groups that hold the power and do not want to lose it, collusive with the political and judicial power: only the exploitation assures such maintenance; 2 – Religions still ruling the world, with fundamentalists promoting terrorism and not peace; 3 - Despotic governments in many countries, politically or religiously; 4 - Democracy that in several countries, is nothing but a farce of people’s power, because their governors are totally subordinated to the installed economic, financial and legal systems interests; 5 - Reality of human nature that is, or preferably has a tendency to greed, selfishness, envy, intolerance, corruption, nepotism; 6 - The difficult globalization needed to implement revolutionary measures, due to the illiteracy of a great number of population on Earth ..., It is proposed: A WORLD led by women (a new world, the possible paradise on Earth for all humans), as follows: 1-Women to lead at a global level: "One swallow does not make a Spring ..." 2 - INTELLIGENT, WISE Women (WITH LIFE EXPERIENCE), DYNAMIC, HONEST. Slogan: Think like the brains of men, acting with the woman's heart. 3 - Improvement and optimization of the structures of the three classical powers: legislative (laws written in terms understandable to ordinary people), executive (with tough measures for the non-compliant and the corrupt) and judicial (acting swiftly in condemning criminals, with only one possibility to appeal, except in cases of a maximum penalty conviction). 4- Urgent measures: a) - Control of the world population: no more birth while there is no assured livelihood and in a sustainable way for children (25,000 deaths a day!). 7 billion, we are already too many! Infesting species, troglodyte of everything that is edible! Therefore, sex education and condom distribution, globally. b) – Radical amendment in economic, financial and political systems: putting finance, economy and politics to the service of society, families and people. c) – Putting an end to the Stock Market, or radically altering its current philosophy of obtaining capital added-values, also to the private banks and their speculative funds, also to the rating agencies, the offshore, etc. - everything that works with usury: money generating money and not of direct benefit to the stabilization of societies, including the creation of employment for everybody. All replaced by a financial system, based on national central banks, not aiming the profit. d) – Economy based on resource and environmental sustainability, with companies having a social function of employing people and not just based on the triangulation: production, sales, profit, thus promoting in each country, full employment, being emigration controlled and traded to a global level. e) - Thinking of a society that does aggregate families, not disaggregating them: flexible working hours, etc. f) - Ending or dramatically reduce the weapons industry: creators, manufacturers, users, automatically reducing the armies in the countries: conflicts are resolved through dialogue, not war (say otherwise is pure demagogy!), through the solidarity among people, the education, the appeal to the universal brotherhood . g) – Creating a system of Justice with civil and criminal codes of simple rules understandable by ordinary citizens, and that can really work, with defense and prosecution lawyers who will be only concerned with doing justice. Severe punishments for the offenders and those accused of corruption. h) - Real Democracy, but muscular: freedom will be necessarily constrained. (In a society, there cannot be TOTAL FREEDOM!) A democracy with new paradigms for automatic switching of power, where the opposition would always be constructive, being elected the best of each country, in order to serve others and not serve themselves. i) - A new economy, with a heavily regulated capitalism, not allowing outrageous accumulation of wealth (Plafond set at the global level: making sure the exceeding would be put at the service of the community, the employers and the productive companies of the country! For control, full access to bank accounts by the judicial system). j) - A new social order, with this aim: in each country, to develop a just and fraternal society, without great differences, each one receiving according to their skills, with continuous assessment to performance; universal brotherhood in the worl. k) - Proposal of a new non-fundamentalist religion - obviously with total freedom to join! - but susceptible to be accepted by believers and nonbelievers, just because it would be based on Science and Knowledge, all governments being laical. III - Modus operandi for the success of this Movement: 1 - The octopus strategy: tentacle arms in all countries of the world, moving from the most learned and evolved to the others. 2 - Bet on University of Economics, who will prepare detailed plans for the transition from the current economic and financial models to the above proposed ones. History will be on those universities that propose the best solutions to achieve these objectives. A WORLD led by women: Utopia? – Until Man wants! (Based on the book “Um Mundo Liderado por Mulheres” ("A World Led by Women") Esfera do Caos Ed., Francisco Domingues - fr.dom@netcabo.pt – View net)»