Sábado, 26 de Maio de 2012

Que futuro para os nossos netos e bisnetos?

Esta a repetida pergunta nos vários programas dedicados à “crise”, a tal das dívidas soberanas, nos vários órgãos de comunicação social. A resposta é sempre de catástrofe, de desgraça, de a geração actual deixar como herança um país ingovernável, sempre ameaçado de bancarrota, com uma dívida gigantesca nunca mais pagável, porque sempre superior às receitas do PIB. E não há dúvida: assim será! Mesmo a poderosa Alemanha que agora tem superavit, muito em breve, quando os países emergentes se impuserem definitivamente ao mundo, invadindo-o com os seus produtos de igual qualidade e de muito mais baixo preço, soçobrará e pôr-se-á ela a mesma questão que já se coloca aos países endividados, como Portugal: “Que futuro para os nossos netos e bisnetos?” Importa, pois, constatar que não há solução com este sistema económico-financeiro que nos acorrenta a todos, a nível global, dominado pelos poderosos grupos, sistema propício a todo o tipo de corrupções, ganâncias, injustiças. Só resta uma alternativa aos povos, eu diria mesmo, à humanidade: mudar de sistema! É esse o intuito do documento apresentado no último texto deste blog: POR UM NOVO MUNDO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL. Quem quiser fazer algo de útil para mudar a situação catastrófica em que vivemos, sem perspectivas de futuro para ninguém, excepto, obviamente, para os “senhores do mundo”, divulgue o documento a todos os seus conhecidos, sobretudo a quem, podendo, tiver a coragem de mexer no status quo, alterando-o de acordo com as ideias nele expressas. Apela-se, por isso, novamente, à sua leitura.

Sábado, 12 de Maio de 2012

POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL

Na penúltima mensagem (texto do doc. em português, tendo a versão inglesa sido publicada na última mensagem e a francesa sê-lo-á, na próxima), faltou o texto de apresentação do mesmo doc. Para facilitar a quem o queira enviar para gentes lusófonas, ei-lo aqui, agora: Caro Senhor /Caríssima Senhora, Proponho-lhe a leitura de um documento que se pretende seja divulgado pelo mundo inteiro, na tentativa de chamar a atenção dos Homens para a mudança radical que é necessário implementar para que a humanidade seja sustentável. Concorda? – Se não, pode acrescentar ou modificar o texto. Importante é, não desvirtuando as ideias mestras, divulgá-lo pelas pessoas mais influentes do seu país, aliciando para o projecto, sobretudo, os economistas, e as Universidades de economia, com os seus alunos e professores. Se conhecer algum, envie-lhe, solicitando o reenvio para os seus conhecimentos. Será a sua contribuição para tornar melhor o mundo onde, um dia, teve o privilégio de vir à vida... Só mudando as mentalidades, a nível global, se poderão atingir os objectivos propostos, pondo, finalmente, a economia e a finança ao serviço da sociedade. Cordiais saudações! POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL (Doc. em anexo) Movimento a nível global: “POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL” I – Considerando que: O MUNDO LIDERADO POR HOMENS, inverteu os valores fundamentais que devem nortear as sociedades: 1.1 – O sistema financeiro, a economia e a política a servirem-se da sociedade e não ao serviço da sociedade. 1.2 – Culto da ganância, do dinheiro, da usura e da produtividade, originando a exploração da pessoa humana. 1.3 – A economia baseada no crescimento do PIB dos países, até ao infinito (impossível, claro!) e na exaustão dos recursos naturais. 1.4 – Interesses monetários, de rentabilidade e do lucro acima de quaisquer outros, sejam sociais, sejam ambientais. 1.5 – Religiões que acorrentam as mentalidades na ignorância, no medo e na injustiça, acentuando desigualdades de raças e de sexos. Conclusões: 1 - Utopia e falácia anunciada do sistema económico-financeiro: o PIB de um país não poderá crescer indefinidamente, a 3%/ano – dado considerado pelos economistas para que haja pleno emprego. 2 - Colapso à vista das actuais economias desenvolvidas com o acordar dos países emergentes. Quando esses países invadirem o mundo com os seus produtos, muito mais baratos e de igual qualidade que os alemães, os americanos, os japoneses, que farão estas economias? como reagirão os seus povos? qual a sustentabilidade em recursos e ambiental? Resultado: agravamento das crises, do desemprego, da fome, das guerras, levando a mais mortes, a mais atentados irreversíveis ao ambiente, tornando a vida na Terra insustentável. II – Ora, não se prevendo que os homens sejam capazes de alterar esta situação que leva inevitavelmente à ruína da Humanidade, e apesar das FORÇAS DE BLOQUEIO A NÍVEL GLOBAL: 1 – Os grupos económicos e financeiros que detêm o poder e não o querem perder, conluiados com o poder judicial e político: só a exploração do outro lhes assegura tal manutenção; 2 – As religiões que ainda comandam o mundo, com fundamentalistas promovendo o terrorismo e não a paz; 3 – Os governos despóticos, política ou religiosamente, em muitos países; 4 - As democracias que, em vários países, não passam de uma farsa do poder do povo, pois os governantes subordinam-se totalmente aos interesses económico-financeiros e judiciais instalados; 5 – A realidade da Natureza humana que é ou tem preferencialmente tendência para a ganância, o egoísmo, a inveja, a intolerância, a corrupção, o compadrio; 6 A difícil globalização necessária para implementar medidas revolucionárias, devido à iliteracia da maior parte da população da Terra..., Propõe-se: UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES (um mundo novo, o possível paraíso na Terra para todos os humanos), nos seguintes termos: 1 – Mulheres a liderar a nível global: “Uma andorinha não faz a Primavera...” 2 – Mulheres INTELIGENTES, SÁBIAS (COM EXPERIÊNCIA DE VIDA), DINÂMICAS, HONESTAS Slogan: Pensar como o cérebro dos homens, agir com o coração de mulher 3 – Aperfeiçoamento e optimização das estruturas dos três poderes clássicos: legislativo (leis redigidas em termos entendíveis pelo comum dos cidadãos), executivo (com medidas severas para os não cumpridores e os corruptos) e judicial (actuando célere na condenação exemplar dos criminosos, só com a possibilidade de um recurso, excepto em casos de condenação à pena máxima). 4 - Medidas urgentes: a) – Controle da população mundial: não mais natalidade enquanto não houver sustento assegurado e de modo sustentável para as crianças (25.000 mortes por dia!). 7 mil milhões, já somos demais! Espécie infestante, troglodita de tudo o que é comestível! Logo, educação sexual e distribuição de preservativos a nível global. b) - Alteração radical dos sistemas económico-financeiro e político: pôr a finança, a economia e a política ao serviço da sociedade, das famílias, das pessoas. c) - Acabar com a Bolsa de Valores, ou alterar radicalmente a sua filosofia actual de obtenção de mais-valias, acabar com os bancos privados e seus fundos especulativos, as agências de rating, offshores, etc. – tudo o que funciona com a usura: dinheiro gerando dinheiro e não benefício directo para o equilíbrio das sociedades, nomeadamente a criação de emprego para todos. Tudo substituído por um Sistema financeiro, assente em bancos centrais nacionais, não visando o lucro. d) - Economia baseada na sustentabilidade de recursos e ambiental, com as empresas a terem uma função social de emprego e não apenas assentes na triangulação: produção, venda, lucro, promovendo, assim e em cada país, o pleno emprego, sendo a emigração controlada e negociada a nível global. e) - Pensar uma sociedade que permita agregar e não desagregar as famílias: horários de trabalho flexíveis, etc. f) - Acabar ou reduzir drasticamente a indústria das armas: autores, construtores, utilizadores, reduzindo automaticamente os exércitos dos países: os conflitos resolvem-se pelo diálogo, nunca pela guerra (dizer o contrário é pura demagogia!), pela solidariedade entre os povos, pela educação, pelo apelo à fraternidade universal. g) - Criar um sistema de Justiça com códigos civil e penal de regras simples entendíveis pelo comum dos cidadãos, e que realmente funcione, com advogados de defesa e de acusação preocupados em fazer apenas justiça. Castigos severos para os prevaricadores e indiciados de corrupção. h) - Democracia real, mas musculada: as liberdades forçosamente serão condicionadas. (Numa sociedade não pode haver LIBERDADE TOTAL!) Uma democracia com novos paradigmas de alternância automática de poder, em que a oposição fosse sempre construtiva, sendo eleitos os melhores de cada país, com o sentido de servir e não de servir-se. i) - Uma nova economia, com um capitalismo fortemente controlado, não permitindo acumulações escandalosas de riqueza (Plafond estabelecido a nível global: o excedente seria colocado obrigatoriamente ao serviço da comunidade e das empresas empregadoras e produtivas do país! Para controle, total acesso às contas bancárias por parte do poder judicial). j) - Uma nova ordem social, com o objectivo de: em cada país, uma sociedade justa e fraterna, sem desigualdades gritantes, recebendo cada um conforme as suas capacidades de desempenho, havendo contínua avaliação desse desempenho; no mundo, a fraternidade universal... k) – Proposta de uma nova religião não fundamentalista – obviamente com total liberdade de adesão! – mas possível de ser aceite por crentes e não crentes, porque baseada na Ciência e no Conhecimento, sendo todos os governos laicos. III – Modus operandi para o sucesso deste Movimento: 1 – A estratégia do polvo: braços tentaculares em todos os países do mundo, caminhando dos mais letrados e evoluídos para todos os outros. 2 – Aposta nas Universidades de Economia, que elaborarão planos detalhados de transição dos actuais modelos económico-financeiros para os supra propostos. Ficarão na História aquelas Universidades que melhores soluções propuserem para se atingirem tais objectivos. UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES: Utopia? – Até quando o Homem quiser! (Baseado no livro “Um Mundo Liderado por Mulheres”, Esfera do Caos Ed., Francisco Domingues – fr.dom@netcabo.pt – Ver Net.)

Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

Versão em inglês do Doc. "POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL", com a apresentação para quem o quiser enviar a estrangeiros que não falem português. «Dear Sir/Madam I suggest that you read this document, which is intended to be released all over the world, in an attempt to draw the attention of men to the radical changes that are necessary to be implemented, to make humanity be sustainable. Do you agree? - If not, you can add information or change the text, (bearing in mind that it is of utmost importance that you do not distort the master ideas defended on it), and spread it among the most influenced people in your country, calling their attention to the project, especially economists, and the Universities of economics, with its students and teachers. If you know some, send them this text, asking them to also distribute it to their most influenced relations. That will be your contribution to make the world become a better one, world where, one day, you had the privilege of coming to life... Only by changing attitudes and mentalities, overall, it can achieve these objectives, putting finally, economics and finance at the service of society. Cordial greetings! FOR A BETTER WORLD, A SUSTAINABLE HUMANITY! (Document attached) Movement at a global level: "FOR A NEW WORLD, FOR A SUSTAINABLE HUMANITY" I - Considering that: The WORLD led by men, reversed the fundamental values that should guide society: 1.1 - The financial system, the economy and politics using society and not being at the service of society. 1.2 – The greeding cult, cult of money, of usury and of productivity, resulting into exploitation of the human being. 1.3 - The economy based on the growth of the countries GDP, up to the infinite (impossible, of course!) and exhaustion of natural resources. 1.4 – Monetary interests, of profitability and other kinds of earnings above any others, either social, or environmental. 1.5 – Religions that chain the minds to ignorance, fear and injustice, increasing races and genre differences. Conclusions: 1 - Announced utopia and fallacy of the economic and financial systems: the GDP of a country cannot grow indefinitely, to 3%/year - a figure regarded by economists to grant full employment. 2 - Expected collapse of the currently rich economies, with the awakening of emerging countries. When these countries invade the world with their products - much cheaper and of equal quality of those of the Germans, Americans, and Japanese - what will these economies do? How will their people react? Which will be the sustainability in resources and environment? Result: worsening of recession, unemployment, hunger, wars, leading to more deaths, more irreversible attacks to the environment, making life on Earth unsustainable. II – Therefore, not expecting that men will be able to change this situation that inevitably leads to the ruin of Mankind, and despite of the BLOCKADE of the GLOBAL FORCES: 1 – The economic and financial groups that hold the power and do not want to lose it, collusive with the political and judicial power: only the exploitation assures such maintenance; 2 – Religions still ruling the world, with fundamentalists promoting terrorism and not peace; 3 - Despotic governments in many countries, politically or religiously; 4 - Democracy that in several countries, is nothing but a farce of people’s power, because their governors are totally subordinated to the installed economic, financial and legal systems interests; 5 - Reality of human nature that is, or preferably has a tendency to greed, selfishness, envy, intolerance, corruption, nepotism; 6 - The difficult globalization needed to implement revolutionary measures, due to the illiteracy of a great number of population on Earth ..., It is proposed: A WORLD led by women (a new world, the possible paradise on Earth for all humans), as follows: 1-Women to lead at a global level: "One swallow does not make a Spring ..." 2 - INTELLIGENT, WISE Women (WITH LIFE EXPERIENCE), DYNAMIC, HONEST. Slogan: Think like the brains of men, acting with the woman's heart. 3 - Improvement and optimization of the structures of the three classical powers: legislative (laws written in terms understandable to ordinary people), executive (with tough measures for the non-compliant and the corrupt) and judicial (acting swiftly in condemning criminals, with only one possibility to appeal, except in cases of a maximum penalty conviction). 4- Urgent measures: a) - Control of the world population: no more birth while there is no assured livelihood and in a sustainable way for children (25,000 deaths a day!). 7 billion, we are already too many! Infesting species, troglodyte of everything that is edible! Therefore, sex education and condom distribution, globally. b) – Radical amendment in economic, financial and political systems: putting finance, economy and politics to the service of society, families and people. c) – Putting an end to the Stock Market, or radically altering its current philosophy of obtaining capital added-values, also to the private banks and their speculative funds, also to the rating agencies, the offshore, etc. - everything that works with usury: money generating money and not of direct benefit to the stabilization of societies, including the creation of employment for everybody. All replaced by a financial system, based on national central banks, not aiming the profit. d) – Economy based on resource and environmental sustainability, with companies having a social function of employing people and not just based on the triangulation: production, sales, profit, thus promoting in each country, full employment, being emigration controlled and traded to a global level. e) - Thinking of a society that does aggregate families, not disaggregating them: flexible working hours, etc. f) - Ending or dramatically reduce the weapons industry: creators, manufacturers, users, automatically reducing the armies in the countries: conflicts are resolved through dialogue, not war (say otherwise is pure demagogy!), through the solidarity among people, the education, the appeal to the universal brotherhood . g) – Creating a system of Justice with civil and criminal codes of simple rules understandable by ordinary citizens, and that can really work, with defense and prosecution lawyers who will be only concerned with doing justice. Severe punishments for the offenders and those accused of corruption. h) - Real Democracy, but muscular: freedom will be necessarily constrained. (In a society, there cannot be TOTAL FREEDOM!) A democracy with new paradigms for automatic switching of power, where the opposition would always be constructive, being elected the best of each country, in order to serve others and not serve themselves. i) - A new economy, with a heavily regulated capitalism, not allowing outrageous accumulation of wealth (Plafond set at the global level: making sure the exceeding would be put at the service of the community, the employers and the productive companies of the country! For control, full access to bank accounts by the judicial system). j) - A new social order, with this aim: in each country, to develop a just and fraternal society, without great differences, each one receiving according to their skills, with continuous assessment to performance; universal brotherhood in the worl. k) - Proposal of a new non-fundamentalist religion - obviously with total freedom to join! - but susceptible to be accepted by believers and nonbelievers, just because it would be based on Science and Knowledge, all governments being laical. III - Modus operandi for the success of this Movement: 1 - The octopus strategy: tentacle arms in all countries of the world, moving from the most learned and evolved to the others. 2 - Bet on University of Economics, who will prepare detailed plans for the transition from the current economic and financial models to the above proposed ones. History will be on those universities that propose the best solutions to achieve these objectives. A WORLD led by women: Utopia? – Until Man wants! (Based on the book “Um Mundo Liderado por Mulheres” ("A World Led by Women") Esfera do Caos Ed., Francisco Domingues - fr.dom@netcabo.pt – View net)»

Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL

Este é um documento que irá circular por todo o mundo, em português, francês e inglês. Quem quiser participar e enviá-lo a um seu conhecido ou uma sua conhecida que possa influenciar o mundo, no seu país, não hesite: reenvie! É um primeiro passo pois, primeiro, há que formatar mentalidades e só depois, passar à acção. A nível global, claro! Eis o documento: «Movimento a nível global: “POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL” I – Considerando que: O MUNDO LIDERADO POR HOMENS, inverteu os valores fundamentais que devem nortear as sociedades: 1.1 – O sistema financeiro, a economia e a política a servirem-se da sociedade e não ao serviço da sociedade. 1.2 – Culto da ganância, do dinheiro, da usura e da produtividade, originando a exploração da pessoa humana. 1.3 – A economia baseada no crescimento do PIB dos países, até ao infinito (impossível, claro!) e na exaustão dos recursos naturais. 1.4 – Interesses monetários, de rentabilidade e do lucro acima de quaisquer outros, sejam sociais, sejam ambientais. 1.1 – Religiões que acorrentam as mentalidades na ignorância, no medo e na injustiça, acentuando desigualdades de raças e de sexos. Conclusões: 1 - Utopia e falácia anunciada do sistema económico-financeiro: o PIB de um país não poderá crescer indefinidamente, a 3%/ano – dado considerado pelos economistas para que haja pleno emprego. 2 - Colapso à vista das actuais economias desenvolvidas com o acordar dos países emergentes. Quando esses países invadirem o mundo com os seus produtos, muito mais baratos e de igual qualidade que os alemães, os americanos, os japoneses, que farão estas economias? como reagirão os seus povos? qual a sustentabilidade em recursos e ambiental? Resultado: agravamento das crises, do desemprego, da fome, das guerras, levando a mais mortes, a mais atentados irreversíveis ao ambiente, tornando a vida na Terra insustentável. II – Ora, não se prevendo que os homens sejam capazes de alterar esta situação que leva inevitavelmente à ruína da Humanidade, e apesar das FORÇAS DE BLOQUEIO A NÍVEL GLOBAL: 1 – OS GRUPOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS QUE DETÊM O PODER E NÃO O QUEREM PERDER, CONLUIADOS COM O PODER JUDICIAL E POLÍTICO: só a exploração do outro lhes assegura tal manutenção; 2 - AS RELIGIÕES que ainda comandam o mundo, com fundamentalistas promovendo o terrorismo e não a paz; 3 – Os governos despóticos, política ou religiosamente, em muitos países; 4 - As democracias que, em vários países, não passam de uma farsa do poder do povo, pois os governantes subordinam-se totalmente aos interesses económico-financeiros e judiciais instalados; 5 – A realidade da Natureza humana que é ou tem preferencialmente tendência para a ganância, o egoísmo, a inveja, a intolerância, a corrupção, o compadrio; 6 A difícil globalização necessária para implementar medidas revolucionárias, devido à iliteracia da maior parte da população da Terra..., Propõe-se: UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES (um mundo novo, o possível paraíso na Terra para todos os humanos), nos seguintes termos: 1 – Mulheres a liderar a nível global: “Uma andorinha não faz a Primavera...” 2 – Mulheres INTELIGENTES, SÁBIAS (COM EXPERIÊNCIA DE VIDA), DINÂMICAS, HONESTAS Slogan: Pensar como o cérebro dos homens, agir com o coração de mulher 3 – Aperfeiçoamento e optimização das estruturas dos três poderes clássicos: legislativo (leis redigidas em termos entendíveis pelo comum dos cidadãos), executivo (com medidas severas para os não cumpridores e os corruptos) e judicial (actuando célere na condenação exemplar dos criminosos, só com a possibilidade de um recurso, excepto em casos de condenação à pena máxima). 4 - Medidas urgentes: a) – Controle da população mundial: não mais natalidade enquanto não houver sustento assegurado e de modo sustentável para as crianças (25.000 mortes por dia!). 7 mil milhões, já somos demais! Espécie infestante, troglodita de tudo o que é comestível! Logo, educação sexual e distribuição de preservativos a nível global. b) - Alteração radical dos sistemas económico-financeiro e político: pôr a finança, a economia e a política ao serviço da sociedade, das famílias, das pessoas. c) - Acabar com a Bolsa de Valores, ou alterar radicalmente a sua filosofia actual de obtenção de mais-valias, acabar com os bancos privados e seus fundos especulativos, as agências de rating, offshores, etc. – tudo o que funciona com a usura: dinheiro gerando dinheiro e não benefício directo para o equilíbrio das sociedades, nomeadamente a criação de emprego para todos. Tudo substituído por um Sistema financeiro, assente em bancos centrais nacionais, não visando o lucro. d) - Economia baseada na sustentabilidade de recursos e ambiental, com as empresas a terem uma função social de emprego e não apenas assentes na triangulação: produção, venda, lucro, promovendo, assim e em cada país, o pleno emprego, sendo a emigração controlada e negociada a nível global. e) - Pensar uma sociedade que permita agregar e não desagregar as famílias: horários de trabalho flexíveis, etc. f) - Acabar ou reduzir drasticamente a indústria das armas: autores, construtores, utilizadores, reduzindo automaticamente os exércitos dos países: os conflitos resolvem-se pelo diálogo, nunca pela guerra (dizer o contrário é pura demagogia!), pela solidariedade entre os povos, pela educação, pelo apelo à fraternidade universal. g) - Criar um sistema de Justiça com códigos civil e penal de regras simples entendíveis pelo comum dos cidadãos, e que realmente funcione, com advogados de defesa e de acusação preocupados em fazer apenas justiça. Castigos severos para os prevaricadores e indiciados de corrupção. h) - Democracia real mas musculada: as liberdades forçosamente serão condicionadas. (Numa sociedade não pode haver LIBERDADE TOTAL!) Uma democracia com novos paradigmas de alternância automática de poder, em que a oposição fosse sempre construtiva, sendo eleitos os melhores de cada país, com o sentido de servir e não de servir-se. i) - Uma nova economia, com um capitalismo fortemente controlado, não permitindo acumulações escandalosas de riqueza (Plafond estabelecido a nível global: o excedente seria colocado obrigatoriamente ao serviço da comunidade e das empresas empregadoras e produtivas do país! Para controle, total acesso às contas bancárias por parte do poder judicial). j) - Uma nova ordem social, com o objectivo de: em cada país, uma sociedade justa e fraterna, sem desigualdades gritantes, recebendo cada um conforme as suas capacidades de desempenho, havendo contínua avaliação desse desempenho; no mundo, a fraternidade universal... k) – Proposta de uma nova religião não fundamentalista – obviamente com total liberdade de adesão! – mas possível de aceitar por crentes e não crentes, porque baseada na Ciência e no Conhecimento, sendo todos os governos laicos. III – Modus operandi para o sucesso deste Movimento: 1 – A estratégia do polvo: braços tentaculares em todos os países do mundo, caminhando dos mais letrados e evoluídos para todos os outros. 2 – Aposta nas Universidades de Economia, que elaborarão planos detalhados de transição dos actuais modelos económico-financeiros para os supra propostos. Ficarão na História aquelas Universidades que melhores soluções propuserem para se atingirem tais objectivos. UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES: Utopia? – Até quando o Homem quiser! (Baseado no livro “Um Mundo Liderado por Mulheres”, Esfera do Caos Ed., Francisco Domingues – fr.dom@netcabo.pt – Ver Net.)»

Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

Afinal, seria possível o pleno emprego, a nível global

Enquanto, aperfeiçoo o texto de um documento que se pretende apresentar como um desafio a nível global – UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SUSTENTÁVEL –voltamos a um assunto já aqui ventilado. E o pleno emprego a nível global, seria não só possível como até fácil! Aliás, os grandes economistas afirmam que, numa sociedade desejável, “todo o Homem tem direito a ter um trabalho em que se sinta útil à sociedade onde se integra e do qual usufrui o seu sustento”. Infelizmente, ficam-se pela afirmação e não dão soluções nem apresentam propostas. Ora, numa sociedade desejável de pleno emprego, isso só seria possível com novíssimas regras, regras não só novas como revolucionárias, regras que impusessem aos respectivos agentes do poder e do dinheiro uma organização económico-financeira virada ao contrário da actual: uma economia a servir o Homem e não o Homem a servir a economia. Como? – Várias seriam as condicionantes e as medidas: 1 – Diminuição da população mundial para um número sustentável em relação aos recursos da Terra (global e regional): alimentares, matérias primas, etc. 2 – criação de empresas, de produção ou de serviços, viradas para o emprego de todos os cidadãos de um país: primeiro, produção para satisfação das necessidades internas; depois, produção para exportação dos excedentes, importando os produtos necessários não possíveis de produzir no lugar. 3 – justiça social: cada um ganhando conforme a sua capacidade de desempenho, havendo avaliação dessa capacidade 4 – funcionamento da justiça civil e penal, ou seja, uma justiça célere e eficiente 5 – proibição da acumulação de fortunas: o indivíduo não poderia ter mais do que um plafond, (difícil de estabelecer qual, mas não impossível e sujeito a aperfeiçoamento, 1 milhão de euros anual, por exemplo) fosse qual fosse a proveniência do seu dinheiro: lotaria, actividade de alta rentabilidade como o de alguns desportistas, jogo, etc., sendo o excedente aplicado obrigatoriamente em actividade de benefício para a sociedade, logo para ajuda à criação ou manutenção do pleno emprego 6 – proibidos os subsídios a pessoas válidas para trabalhar, incluindo os reclusos que teriam de merecer a sua estadia na prisão e a sua alimentação com trabalho para a comunidade: lavagem de ruas, arranjo de caminhos rurais, limpeza de matas e florestas, jardinagem, etc. (com organização a nível regional ou local) Condição essencial: fim da actividade bancária privada e afins: apenas bancos centrais com as sucursais necessárias cuja actividade seria, obviamente, captar poupanças que seriam remuneradas não especulativamente, pois todo o dinheiro seria canalizado para as empresas e os cidadãos com capacidade de amortizar o capital solicitado, logo, sem fins lucrativos: apenas o necessário para as despesas de instalações, funcionamento e de pessoal! Fim das agências de rating! Fim das Bolsas ou completa inversão do seu modelo actual: não fundos especulativos mas apoio às empresas (seria possível tal modelo?!) E ainda outras medidas que um bom economista poderia facilmente “envisager”. Melhor ainda se conseguisse arquitectar um plano de as pôr em prática. É que são tantos os entraves, tantos os óbices! Apenas, dois ou três: o carácter ambicioso do Homem; os que têm os poderes político, financeiro, económico e judicial não o querem perder; a globalização é neste momento uma utopia: as forças de bloqueio, a iliteracia da maior parte da humanidade, etc. são obstáculos sabe-se lá quando ultrapassáveis. Claro que as medidas teriam de ser tomadas a nível global. Uma andorinha não sobreviveria nesta “Primavera”!... Impossível? Utopia? Tudo é possível desde que o Homem o queira: QUERER É PODER!

Terça-feira, 20 de Março de 2012

Ainda o dia 8 Março

Reestruturando o que foi dito na TVI, em formato de pergunta-resposta: 1 – MUNDO LIDERADO POR HOMENS, com valores invertidos: 1.1 – O sistema financeiro, a economia e a política a servirem-se da sociedade e não ao serviço da sociedade. 1.2 – Culto da ganância, do dinheiro, da usura e da produtividade, originando a exploração da pessoa humana. 1.3 – A economia baseada no crescimento do PIB dos países, até ao infinito (impossível, claro!) e na exaustão dos recursos naturais. 1.4 – Interesses monetários acima de qualquer outro. Exemplo: a produção alimentar, com excesso de químicos, quase todos cancerígenos, em conluio com as multinacionais farmacêuticas: mais doenças = mais lucros = mais desenvolvimento da economia. A que preço? Conclusões deste panorama: 1 - Utopia e falácia anunciada do sistema: o PIB de um país não poderá crescer indefinidamente. 2 - Colapso à vista das actuais economias: quando China, Índia e Brasil invadirem o mundo com os seus produtos, muito mais baratos e de igual qualidade que os alemães ou americanos, 2.1 - que farão estas economias?. 2.2 – como reagirão os seus povos? 2.3 – qual a sustentabilidade em recursos e ambiental? Resultado: crises, desemprego, fome, guerras, morte, atentados irreversíveis ao ambiente, etc. Pergunta-se: Onde estão os Nobel da Economia que não só não previram a crise, como não sabem como resolvê-la, apenas apresentando soluções dentro do sistema, soluções com provas dadas da sua ineficácia? UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES 1 –Mulheres a liderar a nível global: “Uma andorinha não faz a Primavera...” 2 – Mulheres INTELIGENTES, SÁBIAS (COM EXPERIÊNCIA DE VIDA), DINÂMICAS, HONESTAS Slogan: Pensar como o cérebro dos homens, agir com o coração de mulher 3 – Medidas urgentes: a) – Controle da população mundial: não mais natalidade enquanto não houvesse sustento assegurado e de modo sustentável para as crianças (25.000 mortes por dia!). 7 mil milhões, já somos demais! Espécie infestante, troglodita de tudo o que é comestível! Logo, educação sexual e distribuição de preservativos a nível global. b) - Alteração radical dos sistemas económico-financeiro e político: pôr a finança, a economia e a política ao serviço da sociedade, das famílias, das pessoas. (Acabar com bancos privados e seus fundos especulativos, agências de rating, offshores, etc. – tudo o que funcionasse com a usura inventada pelos judeus, desde tempos imemoriais e “acarinhada” pelos primeiros bancos que surgiram na Holanda, séc. XVI, etc.) c) - Economia baseada na sustentabilidade de recursos e ambiental. d) - Criar uma sociedade que permitisse agregar e não desagregar as famílias: horários flexíveis, etc. e) - Acabar com a indústria das armas: autores, construtores, utilizadores, reduzindo drasticamente os exércitos dos países: conflitos resolvem-se pelo diálogo e não pela guerra, o que seria facilitado caso a liderança feminina fosse a nível global. f) - Criar um sistema de Justiça com regras simples e que realmente funcionasse a favor da vítima e não do criminoso. g) Democracia real mas musculada: as liberdades forçosamente serão condicionadas. Numa sociedade não pode haver LIBERDADE TOTAL! FORÇAS DE BLOQUEIO A NÍVEL GLOBAL: 1 – OS GRUPOS ECONÓMICOS E FINANCEIROS QUE DETÊM O PODER E NÃO O QUEREM PERDER, CONLUIADOS COM O PODER JUDICIAL E POLÍTICO: só a exploração do outro lhe assegura tal manutenção. 2 - AS RELIGIÕES que ainda comandam o mundo. 3 – As democracias que são uma farsa do poder do povo. Resumido: UM NOVO MUNDO (PARAÍSO NA TERRA?) COM: 1 – UMA NOVA ECONOMIA a) sistema financeiro não visando o lucro. b) empresas a terem uma função social de emprego e não apenas assentes no triângulo: produção, venda, lucro. c) capitalismo fortemente controlado, não permitindo acumulações escandalosas de riqueza (Plafond necessário!) d) sustentabilidade, condição sine qua non, a todos os níveis 2 – UM NOVO SISTEMA POLÍTICO: Uma democracia com novos paradigmas de alternância obrigatória de poder, em que a oposição fosse sempre construtiva, sendo eleitos os melhores de cada país, com o sentido de servir e não de servir-se. 3 – UMA NOVA ORDEM SOCIAL: Em cada país, sociedade justa e fraterna, sem desigualdades gritantes, recebendo cada um conforme as suas capacidades de desempenho, havendo contínua avaliação desse desempenho. No mundo, a fraternidade universal, todos os conflitos se resolvendo pelo diálogo e jamais pela guerra. 4- UMA NOVA RELIGIÃO aceitável por crentes e não crentes, porque baseada na Ciência e no Conhecimento. 5 - UM MUNDO LIDERADO POR MULHERES – Utopia até quando? NOTA: Se o meu livro fosse publicado na América, pelas ideias inovadoras que defende, seria de certeza um best-seller! Não?!!!

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

8 de Março – Dia Internacional da Mulher

Interrompemos a nossa série de transcrições do livro “Um Mundo Liderado por Mulheres” para celebrar a efeméride. Nem importam os motivos, sobejamente conhecidos, pelos quais há um Dia da Mulher e não há um Dia do Homem. Nem certamente dizer que homens e mulheres, enquanto seres humanos, são iguais em direitos e deveres para com a sociedade em que se integram, mas são diferentes na sua génese, ou na sua funcionalidade natural. E que homens e mulheres têm virtudes e defeitos. E que os homens não são nem mais nem menos que as mulheres, mas simplesmente diferentes. Todos, pois, com inteligência e sentimentos – uns mais inteligentes que outros, umas mais inteligentes que outras – todos com emoções à flor da pele. Mas, analisando as características psicológicas de um e de outra, poderíamos resumir: o homem tem uma inteligência com uma forte componente racional, a mulher, uma inteligência com uma forte componente emocional. Então, porque apostar na Mulher para liderar o mundo e criar o possível Paraíso aqui na Terra, o único Paraíso que nos é realmente e cientificamente possível? – Pela sua quase certa actuação em relação à organização desse mesmo mundo. Seria um mundo nunca perfeito, mas tendendo para a perfeição, o que não acontece com a liderança de homens, desde que a História é História. Aos que acusam as mulheres que têm ocupado ou ocupam cargos de chefia quer de governos, quer de empresas – poucas, por sinal, e mulheres, presumivelmente, inteligentes, sábias, dinâmicas e honestas! – de terem feito ou de fazerem o mesmo ou pior que os homens, terei de apresentar duas ou três razões para o facto: 1 – A mulher, num posto de chefia, quer mostrar ser tão boa ou melhor que o seu predecessor, mostrando o quanto ela é capaz. 2 – Ela joga no campo dos homens, em todos os domínios. O primeiro é o estar refém do sistema económico-financeiro corrupto que avassala os países e o mundo. O segundo é o de tráfico de influências em que os lobbies são forças de bloqueio que não é fácil ultrapassar. A começar pelas ditas democracias, baseadas em partidos do poder e da oposição, com alternância através de eleições, mas que, na prática, não passam de partidarite aguda, cada um procurando derrubar o outro e não contribuir para o bem de toda a Nação, todos pensando em servir-se e não em servir, como quer dizer etimologicamente a palavra “ministro”. Sendo assim, o que resta às MULHERES?... Um exemplo: Margaret Thatcher. Teve, pelo menos, três grandes problemas durante o seu reinado de mais de 10 anos: 1 – greves que paralisaram a produção mineira e boicotaram a energia eléctrica 2 – ataques sangrentos do IRA 3 – a guerra das Malvinas ou Falklands. Nas três situações, agiu com determinação e coragem. Tão bem ou melhor do que qualquer homem-governante o teria feito. Mas não sanou nem conflitos nem evitou mortes, nem colmatou injustiças. Semelhantemente se passou com mulheres do mesmo teor: Indira Gandhi, na Índia, Corazon Aquino, nas Filipinas, Golda Meir, em Israel, cuja reputação não é abalada pelas controversas Benazir Bhutto, no Paquistão, ou Evita Peron, na Argentina, nem pela corrupta Imelda Marcos, mulher do ditador Ferdinand Marcos, nas Filipinas. A pergunta é: em que sistema económico-financeiro e político poderia Margaret Thatcher, por exemplo, ter evitado aquilo que decidiu como qualquer governante-homem determinado? Só no novo mundo preconizado no livro “Um Mundo Liderado por Mulheres”. Esse mundo, por enquanto, é uma utopia. Compete certamente a cada um de nós torná-lo realidade, dentro da nossa limitada esfera de acção. Infelizmente, as grandes mudanças no mundo fizeram-se quase sempre com derramamento de muito sangue. Mas há, pelo menos, três figuras incontornáveis da História recente, que fizeram de algum modo mudar o mundo, sem recurso à violência: Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Madre Teresa de Calcutá. Sigamos-lhe o exemplo! Temos a Internet e as suas redes sociais que, em segundos, nos põem em contacto com o mundo inteiro. Poderemos fazer outro tanto ou melhor. No próximo texto, diremos estruturadamente o que dissemos, na TVI, dia 8, em fórmula de pergunta-resposta, a propósito desta efeméride e do meu livro já referenciado. Depois, elaborarei um texto, e apresentá-lo-ei aqui como um possível modelo de documento que possa circular a nível global e desencadear um movimento imparável de mudança do mundo e dos seus paradigmas actuais masculinos, com todos os seus vícios dos quais eles não querem ou não podem libertar-se! Título: “POR UM MUNDO NOVO, UMA HUMANIDADE SISTENTÁVEL!”