segunda-feira, 16 de maio de 2011

Deputados Ingleses e Suecos vs deputados Portugueses

Os deputados do Reino Unido, na "Mãe dos Parlamentos":
1 . Não têm lugar certo onde sentar-se, na Câmara dos Comuns;
2 . Não têm escritórios, nem secretários, nem automóveis;
3 . Não têm residência paga (pagam pela sua casa em Londres ou
na província);
4 . Pagam, por todas as suas despesas, normalmente, como todo
e qualquer trabalhador;
5 . Não têm passagens de avião gratuitas, salvo quando ao serviço do próprio Parlamento;
6. E o seu salário equipara-se ao de um chefe de secção de
qualquer repartição pública.
Em suma, são SERVIDORES DO POVO e não PARASITAS do mesmo.
(Em Portugal, último escândalo: apesar da crise, a Assembleia da República, no seu último dia da legislatura, aprovou um regime especial para os “seus” funcionários, diferente dos outros funcionários públicos: subsídios atribuídos por decisão do Presidente, promoções mais rápidas e ordenados mais elevados.)
E o que se passa na Suécia?
Para ter acesso ao vídeo-clip proceda do seguinte modo:
1 – Aceda ao google pela Internet.
2 – Onde está http://www.google.pt, digite: biboca (1).wmv
3 – Clique Enter
4 – Clique no ítem: YouTube-biboca.wmv
E assistirá ao vídeo sobre o sistema político sueco e o seu parlamento com os respectivos parlamentares a não gozarem de quaisquer mordomias. Um exemplo!
Exemplo que, claro, os parlamentares portugueses não seguem. Por isso, aqueles são credíveis, estes, absolutamente nada! Zero!!! Mas continuam banqueteando-se... E com o beneplácito do povo que os elege e não boicota completamente as eleições. É que nenhum dos actuais políticos merece nem um dos votos populares que lhe dá acesso ao poder e... ao dinheiro de todos nós!
Esta denúncia leva-nos à conclusão de sempre: se a economia não funcionasse nos moldes em que funciona, dependente de um sistema financeiro corrupto, a permissividade seria menos aceite. Se, neste momento, já é intolerável nos países nórdicos, seria, pelo menos, severamente castigada ou impossível nos países do Sul, onde, nisso, Portugal é rei! Infelizmente!...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A montanha pariu um rato?

O FMI ou Troyka já se foi. Não sabemos quanto se cobrou pelo serviço prestado. Esperava-se muito mais e trabalho durante mais tempo. Que fossem uma espécie de sombra do governo, in loco, não à distância. E, ao que se conhece, muitas coisas deixou por dizer, fazer ou por obrigar a fazer:
- Obrigar os bancos a pagarem impostos como qualquer empresa.
- Obrigar a reduzir 50% nos vencimentos dos gestores (e afins) dos bancos a quem coube uma fatia de c. de 15% do empréstimo – 12 mil milhões! – CGD incluída. O mesmo para os gestores das empresas públicas, as que dão lucro e, obviamente, também as deficitárias.
- Acabar, por tempo indeterminado, com os prémios de produtividade sobretudo no sector público mas também, devido ao empréstimo, no sector bancário.
- Obrigar à renegociação em favor do Estado de todos os contratos nas PPP.
- Propor a renegociação da dívida existente, dívida que tudo leva a crer que seja impagável nos termos em que se encontra no momento, com juros especulativos: quanto mais sobem os juros, menos possível é a uma economia débil pagar a dívida.
- Extinguir a RTP (que dá milhões de prejuízo e onde os gestores são lautamente bem remunerados), privatizando-a.
- Privatizar as empresas deficitárias do Estado e não as que dão lucro. (A abrigatoriedade de privatizar a TAP, EDP, REN, etc., é uma demagogia e uma forma fácil de fazer dinheiro, mas apenas uma única vez, acabando-se com os últimos “anéis” que o Estado tinha para obter receita, além do ouro do BdP).
- Obrigar a reduzir 50% em pessoal e mordomias em:
1 – Presidência da República
2 – Assembleia da República (a começar pela redução para 180 dos deputados)
3 – Ministérios como, por exemplo, o da justiça.
- Obrigar a reduzir em 50% os Institutos públicos, as empresas municipais, as juntas de freguesia, as transferências para a Madeira e os Açores, indicando quais (este o grande problema!).
- Obrigar a reduzir 50% as Forças Armadas que são um sorvedor de dinheiro e passam a maior parte do tempo sem nada fazerem nos quartéis.
- Obrigar à revisão do Código penal, não permitindo-se mais o escândalo de, salvo casos de vida ou de morte, recursos sucessivos de tribunal em tribunal. (Veja-se o recentíssimo caso de Isaltino: já condenado em duas instâncias, ainda vai recorrer para o Tribunal Constitucional! Grandes leis as nossas, caramba! – Mas para protegerem os criminosos e atrasarem a justiça!...)
- Obrigar a reduzir as importações de bens produzíveis no País, dinamizando sectores como o da agricultura e pescas!
- Reduzir o número de ministérios, de secretários de Estado, de assessores (Estes, acabar com eles, pois são a melhor fonte de emprego para os boys e girls de todos os partidos!)
Enfim: The last but not the least!
- Estabelecer critérios para pagar a dívida, escalonando-a, não só pelos prazos a que os empréstimos foram contraídos, mas também dizendo donde deverá vir o dinheiro para a pagar. Sem isso, nada feito: é só adiar a morte lenta do país. Com este empréstimo de 78 mil milhões, respiramos até quando se tudo continua quase na mesma, sem crescimento que pague dívida e juros e as despesas correntes?
De concreto nada ou quase nada a Troyka fez! Deixou tudo para fazer a uns senhores que, comprometidos no sistema, não serão capazes de mudanças que exigem tremendos cortes nos amigos e nos partidários!
Espera-se, pois, que Portugal vá ao fundo. Aí, insolvente, talvez seja comprado pelos chineses para aqui fazerem uma estância de férias para os seus novos ricos!...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ó “nosso” dinheiro, por onde andas?

Pretendendo este blog ser apenas de discussão de ideias, os escândalos que se refiram terão a função de alertar para que outras soluções surjam mais justas e menos corruptas. É o caso dos bancos.
O sistema actual obriga-nos a guardar o dinheiro nos bancos. Ora, seria suposto que “eles” tratassem bem dele e nos dessem em troca uma boa remuneração, enquanto o lá mantemos. Mas... não! São intermediários que, altamente remunerando-se, prestam um péssimo serviço quer aos depositantes quer aos que a eles recorrem para empréstimos. Entre solicitações para que as famílias e os indivíduos se endividem, emprestando a juros proibitivos – gananciosos! – comprando, a crédito, casa, carro, electrodomésticos, férias..., parece que vários tipos de corrupção, favorecendo amigos (Toma lá esta declaração e o teu empréstimo considera-o pago, pá! Somos amigos ou não?! – Isto aconteceu no BCP!), são possíveis nos bancos, mesmo os considerados dentro da lei ou da normalidade. Que leis, santo Deus! Que (a)normalidade! Claro que o maior escândalo vai para as remunerações e prémios de produtividade das classes dirigentes. O exemplo mais gritante passou-se (passa-se?) com o BCP, denunciado por vários Media, mesmo estrangeiros, mas a que ninguém pôs cobro, dado o capitalismo selvagem que alimenta o sistema, com os bancos a pertencerem a meia dúzia de accionistas de referência. Assim, noticiou-se:
«Os nove executivos da administração do BCP receberam, em 2006, 26,955 milhões euros em remunerações, o que perfaz uma média de 2,995 milhões de euros por administrador. Este valor supera em mais de cinco vezes o salário médio recebido pelos executivos dos restantes bancos cotados.
No ano passado, as cinco instituições bancárias cotadas em bolsa gastaram quase 46 milhões de euros para remunerar 41 administradores executivos, o que resulta numa média de 1,1 milhões de euros por administrador. Retirando os salários do BCP da amostra, a média dos salários pagos na banca cai para 588.641 euros.»
Acrescem ainda os contratos de trabalho, prevendo indemnizações monstruosas, em caso de rescisão. O exemplo mais sonante foi o do ex-administrador Paulo Teixeira Pinto que saiu com uma indemnização de 10 milhões e uma reforma vitalícia de 35.000,00 Euros mensais (14 meses)...
Acrescem ainda, além, obviamente, dos salários dos trabalhadores, os salários volumosos dos detentores de altos cargos periféricos à administração: Revisor oficial de contas, Presidente e Vice-Presidente da mesa da Assembleia Geral, Membros do Conselho de Remunerações e Previdência, Responsáveis funcionais, dirigentes e outros colaboradores, Conselho Geral e de Supervisão, Auditor externo (Dados recolhidos da convocatória para a Assembleia Geral Anual, 2011).
E basta de escândalos!
A solução é a que por aqui vimos defendendo: lutar contra este sistema financeiro que nos acorrenta a todos, a nível global, em benefício de uns poucos que têm o desplante de estabelecerem os seus próprios vencimentos e os seus prémios de produtividade! Com o nosso dinheiro, está claro!
Todos os escândalos acabariam se o mal se cortasse pela raiz: bancos, só nacionais, com dinheiros públicos, bem geridos, servindo empresas e cidadãos! Era uma revolução! Infelizmente, por enquanto, pura utopia...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Carta aberta ao Sr. Presidente da República

«Sr. Presidente,
Já que fomos obrigados pela incompetência dos agentes políticos – todos incluídos! – a ir para eleições,
Já que nenhum dirigente partidário oferece credibilidade para, seja qual for o resultado das eleições, formar um governo de unidade nacional como se impõe, de momento,
Já que Portugal só parece ser governável com um governo apartidário ou supra-partidário,
Já que não se levanta em Portugal nenhum movimento popular, como na Islândia, impondo um tal governo que ponha ordem em todos os agentes políticos incompetentes que têm de passar pela vergonha – vergonha que é cúmplice com todo um povo que os elege! – de serem ensinados pelo FMI a fazerem as contas "de casa"...,
Cabe-lhe a si, Sr. Presidente, tomar a iniciativa, no exercício da sua magistratura activa e no espírito da actual Constituição, como diz o Prof. Jorge Miranda, dizer ao País, mesmo antes das eleições, que não nomeará qualquer um dos líderes partidários para primeiro ministro, mas uma personalidade credível da área do partido mais votado, personalidade que formará o tal governo de unidade nacional, governo que execute o programa do FMI, faça todas as reformas profundas que é necessário fazer em todos os sectores da vida nacional, obtendo simultaneamente o compromisso escrito com a maioria dos partidos, sobretudo PSD e PS, de nenhum boicote por parte da Assembleia da República às severas medidas adoptadas, incluindo, obviamente, a redução de deputados para o máximo de 180, segundo a Constituição.
Por favor, cumpra este seu dever para com Portugal!
Cumprimentos.»
Se uma boa parte dos portugueses enviasse ao Presidente uma carta como esta, seria um acto de patriotismo muito mais importante e significativo do que ir votar (em quem, se nenhum deles é credível?) ou votar em branco (os votos em branco não são contados para coisa nenhuma – trabalho inútil, portanto!) ou simplesmente abster-se – acto desagradável para quem o motivo não é a preguiça mas o não ter ninguém em quem se reveja como patriota credível que queira realmente servir Portugal e não servir-se...
Quem concordar, avance! Basta ir ao Google e clicar em “Escreva ao Presidente”.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Não pagamos ou renegociamos a dívida?

Há quem, perante o escândalo dos especuladores que emprestam dinheiro, lance o slogan “Não Pagamos!”. Mas talvez fosse mais cordato insistir no “Renegociamos!” O exemplo veio da Islândia.
A Islândia – um pequeno país, ilha com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças às “magias” bancárias – foi o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira, em 2007, por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Praticamente os mesmos motivos pelos quais tombaram a Grécia, a Irlanda e Portugal. O Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder desde a sua independência em 1944, levou o país à miséria, pactuando com a corrupção que grassou no país, sobretudo a nível bancário, e, aflito, pediu ajuda ao FMI. Claro que este aceitou ajudar a troco de empréstimos a juros elevadíssimos, a começar em 5,5%, traduzindo-se num empenhamento das famílias islandesas pelo menos a 30 anos, sendo uma parte substancial do empréstimo utilizado para pagar o buraco financeiro do Banco Islandês!
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos. Nunca o povo anónimo!
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições usurárias do FMI. Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições. Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística!) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia. Daqui saiu um Governo totalmente renovado, dirigido por uma Mulher – as mulheres são mais capazes de grandes feitos que os homens! – com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental. Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos e uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não cortar nos serviços públicos essenciais, separando-se o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para satisfazer clientelas partidárias. As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos de que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos.
O FMI aceitou. E a Islândia foi o exemplo de como se deve recorrer à ajuda externa, tendo saído da recessão em menos de dois anos, sem se tornar escrava dos especuladores internacionais, a começar ou a acabar no FMI!
Ah, quem dera que Portugal lhe seguisse o exemplo!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bem-vindo sejas, FMI!

Com a vergonha de uns políticos assessorados por boys bem pagos que não sabem fazer contas, com a vergonha de uns governantes e de um presidente que não sabem fazer consensos para bem conduzirem o País, com a vergonha de um povo que continua a votar em todos esses “senhores”, eis que chegou “alguém” que vem pôr ordem “nisto”! Ora, se vem pôr ordem, se vem impor leis correctas, obrigando a abolir as selvagens existentes que tudo permitem aos “senhores” que as fazem..., bem-vindo seja!
Os desmandos e escândalos estão todos largamente inventariados. Vamos então a ver como se comporta em relação a eles, o nosso “convidado”!
Redução em c. 50% do dispêndio (mordomias de adornos de salões, carros, assessores, boys e girls, subsídios de representação, etc., etc.) com o aparelho do Presidente, o aparelho do Governo (menos ministros), a Assembleia da República (menos deputados), os partidos (fim das subvenções), os salários dos gestores públicos, as PPP (renegociação), os Institutos, os prémios de produtividade em empresas deficitárias (fim do escândalo!), as empresas municipais, as regiões autónomas (proibir umas e outras de se endividarem!), as reformas milionárias já existentes e ainda programadas, sobretudo as obtidas com “meia-dúzia” de anos de serviço (deputados, Banco de Portugal, CGD, etc.), as indemnizações por abandono do cargo com a mudança de Governo, as nomeações político-partidárias para qualquer cargo público (devendo ser feitas apenas e só pela competência e por concurso). E tudo o mais onde reina o escândalo, o compadrio, e onde o povo nada pode fazer senão abster-se nas eleições desses senhores que dizem servir o País e apenas se servem dele e o tornam mais injusto e menos competitivo! E, na competição, apelo ao trabalho produtivo, à iniciativa produtiva, ao consenso entre os parceiros sociais, à proibição das greves em sectores deficitários públicos e privados, à implementação de penas severas para com os sindicatos que numa greve não asseguram os serviços mínimos, ao despedimento com justa causa de grevistas que impeçam outros de ir trabalhar, à proibição de greves em sectores que impeçam, em cadeia, outros de trabalhar (maquinistas da CP, etc.), fim das centrais sindicais que não têm qualquer razão de ser, fim de vários sindicatos no mesmo sector de actividade! E ainda, revisão completa do Código Penal, reescrito por professores de português e não por advogados que elaboram leis de tal modo confusas e permissivas que só eles as entendem e só eles sabem como defender até ao limite os criminosos, indo de tribunal em tribunal, arrastando anos os processos! Implementação, em todos os sectores do Estado, Trabalho por objectivos e Avaliação de desempenho feita por entidades credíveis, com fortes penalizações para quem tiver mau desempenho! E ainda a reforma administrativa do território (redução drástica de freguesias, eleições nominais e não partidárias, etc.). Um grande ETC!
A tarefa é gigantesca! A revolução fantástica! Só têm medo do FMI os instalados! Esperemos que não congele salários e pensões baixos e que não corte nos benefícios sociais dos pobres, pobres que não viram as costas ao trabalho...
Claro que estamos no Reino do Capitalismo! Mas que melhor podemos fazer enquanto o sistema – contra o qual aqui lutamos e cuja alteração radical aqui propomos! – for este a nível mundial?

domingo, 3 de abril de 2011

E agora, Portugal?

Não poderia, nesta hora de crise, deixar de me associar ao que circula no facebook e não só. Goradas que foram as expectativas da formação de um GOVERNO DE INICIATIVA PRESIDENCIAL por Cavaco Silva, eis a voz, se não de todo, pelo menos de uma boa parte do povo:
«E agora, Portugal?
O PR, entrou pelo caminho mais fácil e mais favorável! Fazer um GOVERNO DE INICIATIVA PRESIDENCIAL, convidando os melhores, dava muito trabalho e poderia macular a sua “imaculada” aura. Assim, os outros que assumam a responsabilidade e que trabalhem! É: um bom emprego com o menor trabalho possível é o que é o do actual presidente! E o povo? – O povo que trabalhe ou... se trabalhe! Afinal, ao contrário do que dizem alguns sábios (conselheiros e líderes partidários – os únicos, com o PR, a quererem eleições!), teria sido simples: os partidos indicavam dois ou três nomes, o PR escolhia outros tantos e aí tínhamos um Governo de consenso. Enfim, os GRANDES HOMENS DEFINEM-SE NAS GRANDES DIFICULDADES! Infelizmente, Portugal não teve essa sorte!
Posto isto, o que podemos – nós o povo! – fazer! Se o PR não quis meter as mãos na massa, se os partidos, nenhum merece credibilidade e, como já foi afirmado por muitos, não se vão renovar por dentro para a merecerem, só nos resta não ir votar: ABSTENÇÃO EM MASSA!
Assim, forçaremos a revolução necessária para que esta democracia deixe de ser uma partidarite e se torne realmente democracia! E forçaremos um governo que ponha o país e os cidadãos e suas estruturas nos eixos! É que nada funciona, caramba! Todos a servirem-se e ninguém a servir o País, dizendo, hipocritamente, servi-lo!...
E denunciar, nada adianta! Os senhores instalados ouvem e fazem de conta... Veja-se o link:
http://www.youtube.com/watch?v=pb8sZR-bI6o
Enfim, os jovens em vez de se manifestarem – o que nada adianta! – avancem é para o PARTIDO DA JUVENTUDE PORTUGUESA para tomarem nas mãos o seu futuro e o futuro deste país! Só eles são a esperança da mudança! (Para base de um possível programa de governo sujeito, embora, a alterações mais radicais - PPP, Institutos, Ministros, Assessores e Deputados, Código penal, Lei da greve, Salários de gestores públicos, Subvenções dos partidos, etc., etc, - ver VISÃO, nº 940 de 10-16/03/2011.)
Haverá por aqui alguém que os leve a darem o primeiro passo? E, entretanto, não é o FMI o único capaz de vir pôr ordem nestes governantes e políticos que (des)governam Portugal?»
Estou convicto de que muitos subscreverão estas palavras. Eu subscrevo!